Prazo do processo
- Busca e análise inicial.
- Redação e depósito.
- Publicação do pedido.
- Requerimento e exame técnico.
- Exigências e manifestações.
- Decisão e manutenção.
- O prazo depende da área tecnológica e do exame do INPI.
A GCN avalia a patenteabilidade da sua criação, estrutura a documentação técnica e acompanha o pedido perante o INPI com clareza, estratégia e rigor.
Diagnóstico preliminar de patenteabilidade
Consulte as orientações do INPI sobre patentes, busca, custos, exame e requisitos. A legislação e os prazos devem ser conferidos na fonte oficial.
A busca e a avaliação técnica não garantem concessão. O resultado depende da análise do caso e da decisão do INPI.
A estratégia de patente depende da tecnologia, da documentação disponível e do momento adequado para o depósito.
Antes de divulgar ou comercializar uma solução, é importante avaliar os requisitos e a estratégia de proteção adequada.
Estruture a proteção jurídica da tecnologia e fortaleça sua posição diante da exploração indevida.
Avalie anterioridades, requisitos legais e riscos antes de investir no depósito e na comercialização.
Fortaleça o potencial de licenciamento, negociação, investimento e expansão do negócio.
Uma patente não é apenas um formulário. O alcance da proteção depende da análise e da forma como a invenção é descrita e reivindicada.
Análise da invenção, dos objetivos comerciais e das possibilidades de proteção.
Pesquisa em bases de patentes e fontes técnicas para identificar documentos relacionados.
Análise preliminar de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial.
Definição de escopo, modalidade, momento e território conforme os objetivos do projeto.
Preparação de relatório descritivo, reivindicações, resumo e desenhos quando aplicáveis.
Monitoramento do exame, das exigências, das manifestações e das anuidades.
Da compreensão da tecnologia ao acompanhamento do pedido perante o INPI.
Reunimos informações técnicas, objetivos de mercado e evidências do desenvolvimento.
Investigamos o estado da técnica e os requisitos de patenteabilidade.
Estruturamos os documentos técnicos e o escopo da proteção pretendida.
Protocolamos no INPI e orientamos sobre prazos e providências.
Para soluções técnicas que atendam aos requisitos legais de novidade, atividade inventiva e aplicação industrial.
Para objeto de uso prático com nova forma ou disposição que resulte em melhoria funcional.
Máquinas, materiais, composições e processos podem ser avaliados conforme suas características.
Planejamento de proteção em outros países de acordo com mercados, vias disponíveis e prazos.
Exame, exigências, anuidades e decisões possuem etapas e prazos próprios. Acompanhamos o processo para orientar cada providência.
Conversar com um especialista ↗Acompanhamento de publicações, anuidades e providências do processo.
Análise e orientação em manifestações solicitadas pelo INPI.
Planejamento conforme os países e mercados de interesse.
Em regra, uma invenção precisa apresentar novidade, atividade inventiva e aplicação industrial. Modelos de utilidade possuem requisitos próprios. A análise depende da solução e das exclusões legais.
Não. O depósito inicia o exame e a decisão cabe ao INPI. Pesquisa e preparação técnica aumentam a consistência, mas não garantem concessão.
A divulgação prévia pode comprometer a novidade. A conduta mais prudente costuma ser avaliar e, quando cabível, depositar antes de divulgar.
O prazo varia conforme a área tecnológica, a fila de exame, as exigências e as providências do titular.
Não. A proteção é territorial. Depósitos no exterior devem observar mercados, vias internacionais e prazos aplicáveis.
No Brasil, a vigência legal é, em regra, de até 20 anos para patente de invenção e 15 anos para modelo de utilidade, contados do depósito e condicionados às regras aplicáveis.
A patenteabilidade e a concessão dependem da análise de cada caso e da decisão do INPI. Nenhuma etapa representa promessa de resultado.
Fale com a GCN antes de divulgar ou depositar sua invenção.